Briefing de gravação para a socialidade. Três peças de vídeo pensadas pra entrar no tráfego pago e cobrir os três tempos de decisão do paciente: a dor que resolve hoje, o tratamento clínico que resolve em semanas e o aparelho que resolve em meses.
O material atual já circulou por cerca de 95 mil pessoas no raio de Garanhuns e a frequência passou de 2. Além disso, a biblioteca inteira é de ortodontia e facetas: não existe nenhuma peça de procedimento clínico, mesmo com metade dos agendamentos sendo limpeza, extração, restauração, prótese ou dor.
| Horizonte | Roteiro | O que vende | Fecha em |
|---|---|---|---|
| Curto | Dor não espera | Urgência, canal, extração | Horas |
| Médio | Começa pela limpeza | Limpeza, restauração, prótese | Semanas |
| Longo | Aparelho de adulto | Aparelho fixo, alinhador | Meses |
Hoje a clínica só compra o horizonte longo, que é a decisão mais lenta e mais cara do consultório. A peça de dor fecha quase na hora. A peça de etapas é a que derruba a objeção de preço antes da cadeira.
Em agosto, três pessoas chegaram com dor ativa e nenhum anúncio da clínica fala disso. Dor é a maior intenção de compra da odontologia.
Cinco das seis pessoas que foram à avaliação em agosto saíram pra "se organizar". Nenhuma recusou por desinteresse. O problema não é renda, é o tamanho do passo.
O único anúncio que sustenta a conta hoje venceu por recortar um público ("só pra adolescente"). Falta a peça espelho: o adulto que acha que passou da idade. É também o público que a clínica de fato converte.